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| Fotos: Diego Marcel |
terça-feira, 8 de maio de 2012
Eu fui ao Íntimo de Seuzé
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Publicado por:
Everson de Andrade (Boneco Vevel)Estudante de jornalismo, fotógrafo, pseudo-músico e chato. Não tem ídolos humanos. Gosta de música, mas não é eclético, isso remete a mal gosto. Música para ser boa tem de me fazer falar um palavrão. Melodia ganha de letra.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
De álbuns lentos surge um show nada parado
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Porém, a apresentação foge um pouco desse padrão. Em palco, Camelo é mais "rock'n'roll". É menos cantador e mais gritador quando precisa e torna um show muito mais atraente no quesito animação. Sabe, claro, a hora de dar espaço às canções mais suaves, como "Santa Chuva", "Janta" e "Três dias". Da mesma forma havia feito há 2 anos atrás, na turnê do - mais introspectivo - "Sou", e não decepcionou o público no Vila Hall.
No Teatro Riachuelo, na última sexta-feira (27), Camelo estava em casa. Interagiu com a plateia, bebeu cerveja - "só hoje", afirmou -, elogiou o Teatro e brincou com o fato do público estar sentado. "Essa é pra vocês dançarem aí nas cadeiras. Assim...", ensinou Camelo, balançando os braços junto ao peito de um lado ao outro de forma bastante desengonçada.
A plateia do show parecia estar um pouco incomodada por estar naquela situação. Grande parte do público não queria e não sabia lidar com aquilo. O show pedia um público que pudesse cantar erguendo os braços em cada frase do ex-hermano, assim como ocorreu em "Além do que se vê", que finalizou a apresentação, com todos ao pé do palco. E só ocorreu porque, pouco antes, Camelo ofereceu as samambaias que compunham o cenário do show à plateia. A multidão correu em busca da planta e por lá ficou.
Mas a certo ponto foi favorável. Aos órfãos do Los Hermanos, ele resgatou, só na voz e violão, "Casa pré-fabricada", a pedidos de um fã. E só tocou, porque a acústica do teatro é excelente. Em outro lugar talvez não o fizesse.
O hermano então contou com a arma que lhe era mais favorável no show. Uniu o talento como músico - e da Hurtmold, banda que o acompanha - pra aproveitar aquele espaço. "São raras as oportunidades que a gente tem de tocar num lugar assim", afirmou referindo-se ao ambiente sonoro que o teatro proporciona.
Um bom show, num teatro que custa caro, mas que mostra ser acomodador não apenas a quem vai assistir, mas também a quem se apresenta. A organização só pecou por nos deixar sentado. "Copacabana" e seu batuque sentiram falta da movimentação do público. No fim, um show bem elétrico pra álbuns de dormir.
Publicado por:
Leonardo ErysEstudante de Jornalismo, 20 anos. Amante do samba e do futebol, é um típico brasileiro. Mas não se prende a isso. Teve a grande sorte não se restringir musicalmente. Não tem preconceitos quanto a isso. O que lhe agradar, ele ouvirá, independente de estilos ou públicos. Acredita que o violão é a solução para muitos problemas.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Após dois anos, Marcelo Camelo voltará a se apresentar em Natal
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| Marcelo Camelo durante primeiro show da turnê "Toque Dela". Foto: Diego Ciarlariello |
domingo, 29 de maio de 2011
Os meninos deste tal de iê iê iê
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Para começar, devo voltar mais ou menos uma semana antes do show e agradecer a boa vontade de uma amiga que comprou o meu ingresso antes de esgotar, o que aconteceu em menos de 24 horas depois das senhas terem sido postas à venda.
Os preços bem abaixo da média (o bilhete mais caro saia por R$ 20 e estudantes com direito à meia-entrada pagavam apenas R$ 10) me fizeram pensar que muitos viam a apresentação somente como uma oportunidade de conhecer o teatro. Felizmente, eu queimei a língua mais tarde e a maioria conhecia e cantava alto todas as músicas.
Quando eu entrei, por volta das 21h30, Khrystal já fazia o show de abertura. Em companhia de Júnior Primata (que por mais de uma vez arrancou aplausos do público com solos de baixo) e de Wallyson Santos (na guitarra), a cantora potiguar baseou a apresentação quase que inteiramente em canções autorais. Apenas no final abriu exceção para tocar "Extra II, O Rock do Segurança" de Gilberto Gil, do qual declarou ser fã.
Em certo momento, ela parou o show e confessou: estava nervosa por poder cantar em um lugar "tão profissional". A plateia, simpática, apoiou a cantora e a deixou mais a vontade pra continuar.
Dez minutos depois da potiguar deixar o palco, Arnaldo Antunes assumiu o microfone. Entrando ao som de "Eu Já Fui uma Brasa", na voz do saudoso Adoniran Barbosa.
O repertório continuou praticamente o mesmo do DVD "Ao Vivo Lá em Casa" (lançado em dezembro e que deu origem à esta nova turnê). Depois de "Iê Iê Iê", "Vem Cá" e "Essa Mulher", eu já era capaz de adivinhar quais músicas viriam a seguir.
Permanecer sentado, desde o começo foi um desafio, mas somente em "Americana" eu senti a real necessidade de me levantar. As cadeiras foram as únicas responsáveis por inibir a empolgação do público, que, na maior parte do tempo, limitou-se a bater o pé no chão, sacudir os braços e balançar um pouco a cabeça, mas tudo de leve pra não incomodar quem estava atrás.
As boas vindas vieram com "A Casa é Sua", seguida de uma história dos bastidores que o ex-Titã decidiu compartilhar conosco. Contou que na van, antes de chegarem ao Teatro Riachuelo, alguém da banda havia tido uma grande epifania. Com o olhar fixo na janela do carro, ele entendeu que "em Natal, todas as árvores são árvores de Natal!". Não fiquei sozinho achando que esta era a deixa perfeita para tocar "As Árvores", mas a canção não veio. No lugar, engatou "Invejoso".
De casa, Arnaldo Antunes trouxe ainda a simpatia. Por umas duas vezes, desceu do palco e caminhou entre as fileiras de fãs. Durante a apresentação, dançou, pulou e rasgou a calça até encerrar ("do jeito que começou") com "Eu Já Fui uma Brasa", agora numa versão mais iê iê iê.
O bis chegou para nos presentear com mais duas músicas. Foi quando o público esqueceu de vez a norma de "cada um no seu lugar" e tomou a frente do palco.
Mas esta ainda não seria a última vez que veríamos o Antunes.
Eu já estava quase na porta de saída quando, "pra tocar só mais uma", a banda ressurgiu. "O Pulso" foi escolhida para dar um ponto final na noite, deixando todos com a certeza de que "o corpo ainda é pouco" em um show como esse.
*Fotos: Anny Gabrielly (@annygaaby)
quarta-feira, 23 de março de 2011
"Ainda há esperança"
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| Grupo Gaya Dança Contemporânea se apresentando em frente ao TAM. Foto: Leonardo Erys |
Publicado por:
Jacques NoronhaCearense, 19, estudante de Comunicação Social e fã de música decente. Acredita que um show sem pogo é uma perda de tempo.
domingo, 20 de março de 2011
Pouca Vogal, integrantes suficientes, e muito som
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___________________________Foto: Diogenes FelixVer Duca Leindecker e Humberto Gessinger, líderes do Cidadão Quem e do Engenheiros do Hawaii respectivamente, reunidos num único projeto nos remete a algo bom. Trata-se da nata do rock gaúcho; dos bons tempos de rock brasileiro. E de fato é. O cd lançado pela dupla - e só por eles, sem mais nenhum integrante - em 2008 mostra um som mais calmo, com vozes mais suaves, guitarras menos gritantes, mas de muita qualidade.
Publicado por:
Leonardo ErysEstudante de Jornalismo, 20 anos. Amante do samba e do futebol, é um típico brasileiro. Mas não se prende a isso. Teve a grande sorte não se restringir musicalmente. Não tem preconceitos quanto a isso. O que lhe agradar, ele ouvirá, independente de estilos ou públicos. Acredita que o violão é a solução para muitos problemas.








